domingo, 20 de janeiro de 2008

Dathëria...

Dathëria...

D’seu sangue e sua carne a vida nasceu

Sua vida, dada foi aos inexistentes

Assim a terra cresceu

E Dathëria ao alto elevou-se, virou onipotente.

Seus Elfos, suas criaturas,

Seu verde no começo foi descrente,

Mas sua paixão foi maior,

Seu amor, está sempre presente.

Os céus são coloridos, as águas igualmente e

O gelo cai freqüentemente

Nas terras do Norte

Onde o sol se esconde quase sempre.

Pela honra e amor minh’alma dar-ei

Pela vida, vou lutar como se fosse o Ranngüspei*

Se precisar, meu próprio sangue vou derramar

E se necessário por Dathëria vou morrer...




Nenhum comentário: